Então a bhikkhuni Āḷavikā pensou, “Quem se dirige a mim em verso, um ser humano ou não-humano?” E o seguite lhe ocorreu: Este Māra, o Perverso, busca me causar medo, terror e arrepios em Āḷavikā, e tem o objetivo de me fazer abandonar a sua reclusão!” Então a bhikkhuni Āḷavikā, sabendo que se tratava de Mara, o Perverso, lhe respondeu em versos: “Há fuga possível neste mundo, e eu a experimentei diretamente, com sabedoria. Ó Malvado, parceiro dos incautos, você não sabe de tal lugar. Os prazeres dos sentidos são como espadas e espetos; os agregados servem como seu bloco de corte. O que você chama de deleite do sentido não mais me encanta.” Então, Māra o Perverso, pensou, “A bhikkhuni Āḷavikā me conhece!”, e triste e desolado, desapareceu num instante.