“O brâmane não tem nada mais a fazer,” disse o Buda para Dāmali, “pois ele completou sua tarefa. Enquanto a pessoa não consegue firmar seu pé no rio, ela se empenha em nadar com seus braços e pernas. Mas aquele que firmou seu pé e logo se encontra em terra firme não precisam mais se empenhar, pois já chegou à outra margem. Dāmali, esse é um símile para o brâmane, alert, a meditator who has ended defilements. Uma vez que ele alcançou o fim do renascimento e da morte, ele não precisa se empenhar, porque já chegou à outra margem.“
1. Primeiro Capítulo
6. Com Kamada
Em Savatthi. Em pé parado a um lado, o deva Kamada disse ao Buda: “É muito difícil, Abençoado! É mesmo muito difícil!” “Eles o fazem mesmo sendo difícil,” (disse o Buda a Kamada) “os inabaláveis discípulos com moralidade e imersão. Para aquele que abandonou a vida do lar, o contentamento traz felicidade.” “Tal contentamento é difícil de encontrar, Abençoado.” “Eles o encontram, mesmo sendo difícil,” (disse o Buda a Kamada) “aqueles que amam a paz; cujas mentes adoram meditar dia e noite.” “Mas é difícil imergir esta mente em samadhi, Abençoado.” “Eles imergem em samadhi, mesmo sendo difícil,” (disse o Buda a Kamada) aqueles que amam acalmar as faculdades da mente. Tendo cortado a rede da Morte, os nobres seguem seu caminho, Kamada.” “Mas este caminho é duro e difícil de percorrer, Abençoado.” “Embora seja duro, difícil de percorrer, os nobres o seguem, Kamada. O indigno cai de cabeça em um caminho duro. Mas o caminho dos nobres é fácil, pois os nobres permanecem calmos perante a dificuldade.”