O Buda, dotado de visão, que dissipou a escuridão, tendo ido até onde o mundo acaba, para além do renascimento; é livre de todas as máculas, abandonou toda dor, ele é corrtamente chamado de brâmane, e reverenciado por mim. Como um pássaro que abandona um pequeno bosque, para habitar uma floresta abundante em frutas, eu abandonei aqueles míopes, tal como um cisne que vai para um vasto rio. Aqueles que outrora me ensinavam, antes de eu ter encontrado o ensinamento do sábio Gotama, diziam 'assim foi' ou 'assim será'. E tudo aquilo não passava de repetições de boatos; servindo apenas para alimentar a especulação. Por si só, aquele que dissipou a escuridão esplêndido, um farol: o vastamente sábio Gotama, o vastamente inteligente Gotama. Foi ele quem me ensinou o Dhamma, aparente nesta vida, imediatamente eficaz, o imperturbável, o fim do desejo, incomparável.” “Por que você vive longe dele mesmo que por uma hora, Piṅgiya? Distante de Gotama, de sua vasta sabedoria, distante de Gotama, de sua vasta inteligência? Foi ele quem lhe ensinou o Dhamma, aparente nesta vida, imediatamente eficaz, o imperturbável, o fim do desejo, incomparável.” “Eu jamais vivo longe dele nem mesmo por uma hora, brâmane. Distante de Gotama, de sua vasta sabedoria, distante de Gotama, de sua vasta inteligência.