Novamente, bhikkhus, um bhikkhu aquieta do direcionamento da mente e manuntenção do foco, o bhikkhu entra e permanece na segunda absorção, que é caracterizada pelo êxtase e felicidade nascidos da imersão da mente, marcada pela clareza e segurança interna, e perfeita unificação da mente, sem o direcionar ou focar da mente. Ele encharca e inunda, satura e preenche o corpo com o êxtase e felicidade nascidos da imersão. Não há nada em todo o corpo que não esteja permeado pelo êxtase e felicidade nascidos da imersão. Tal como um lago sendo alimentado por uma fonte de água interna, não tendo um fluxo de água vindo do leste, oeste, norte, ou sul, nem os céus periodicamente fornecendo chuvas abundantes, de modo que a sua fonte interna de água encharca e inunda, satura e preenche o lago de água fresca, sem que nenhuma parte do lago não esteja permeada pela água fresca Da mesma forma, o bhikkhu encharca e inunda, satura e preenche o corpo com o êxtase e felicidade nascidos da imersão. Não há nada em todo o corpo que não esteja permeado pelo êxtase e felicidade nascidos da imersão. Ao meditar assim — diligente, ardente e decidido — memórias e intenções da vida em família são abandonados. Assim, também, um bhikkhu desenvolve a atenção plena no corpo. Novamente, bhikkhus, com a dissolução do êxtase, um bhikkhu entra e permanece na terceira absorção, na qual ele medita com equanimidade, plenamente atento e consciente, experimentando diretamente a felicidade, acerca da qual os nobres declaram: 'Equânime e com atenção plena, ele medita feliz'. Ele encharca e inunda, satura e preenche o corpo com felicidade sem o êxtase. Não há nada em todo o corpo que não esteja permeado pela felicidade sem o êxtase. Tal como num lago que tenha flores de lótus azuis, brancas ou vermelhas, podem existir algumas flores de lótus azuis, brancas, ou vermelhas que, nascidas e tendo crescido na água, permanecem imersas na água e florescem sem sair de dentro da água. Elas permanecem encharcadas e inundadas, saturadas e preenchidas com água fresca da raiz até a ponta, e nada dessas flores de lótus azuis, brancas ou vermelhas permanece sem estar permeado pela água fresca Da mesma forma, o bhikkhu encharca e inunda, satura e preenche o corpo com a felicidade despojada de êxtase. Não há nada em todo o corpo que não esteja permeado pela felicidade despojada de êxtase. Ao meditar assim — diligente, ardente e decidido — memórias e intenções da vida em família são abandonados. Assim, também, um bhikkhu desenvolve a atenção plena no corpo.