O desejo é uma raiz do que é prejudicial. Quando alguém tomado pelo desejo escolhe agir através do corpo, fala e mente, aquilo também é prejudicial. Quando alguém desejoso, tomado pela desejo, faz com que outrém sofra sob um falso pretexto — o executando, aprisionando, confiscando, condenando ou banindo — pensando 'tenho poder, quero poder', isto também é prejudicial. E desta forma estas muitas coisas ruins, inábeis são produzidas nele, do desejo surgidas, do desejo originadas, e pelo desejo condicionadas. A raiva é uma raiz do que é prejudicial. Quando alguém tomado pela raiva escolhe agir através do corpo, fala e mente, aquilo também é prejudicial. Quando alguém enraivecido, tomado pela raiva, faz com que outrém sofra sob um falso pretexto — o executando, aprisionando, confiscando, condenando ou banindo — pensando 'tenho poder, quero poder', isto também é prejudicial. E desta forma estas muitas coisas ruins, inábeis são produzidas nele, da raiva surgidas, da raiva originadas, e pela raiva condicionadas. A delusão é uma raiz do que é prejudicial. Quando alguém tomado pela delusão escolhe agir através do corpo, fala e mente, aquilo também é prejudicial. Quando alguém deludido, tomado pela delusão, faz com que outrém sofra sob um falso pretexto — o executando, aprisionando, confiscando, condenando ou banindo — pensando 'tenho poder, quero poder', isto também é prejudicial. E desta forma estas muitas coisas ruins, inábeis são produzidas nele, da delusão surgidas, da delusão originadas, e pela delusão condicionadas. A fala de tal pessoa não se dá no momento apropriado, é falsa, sem significado, não alinhada com o ensinamento e com o treinamento.