E então lhe ocorre: ‘Se eu cometesse os tipos de más ações pelas quais os reis prenderam aquele bandido, aquele criminoso— açoitando com chicotes, golpeando com vara, golpeando com clavas; as mãos são cortadas, os pés são cortados, as mãos e os pés são cortados; as orelhas são cortadas, o nariz é cortado, as orelhas e o nariz são cortados; ele é sujeito ao ‘pote de mingau,’ ao ‘barbeado com a concha polida,’ à ‘boca de Rāhu,’ à ‘grinalda ardente,’ à ‘mão ardente,’ às ‘lâminas de capim,’ à ‘túnica de casca de árvore,’ ao ‘antílope,’ aos ‘ganchos de carne,’ às ‘moedas,’ à ‘conserva em desinfetante’ ao ‘pino que gira,’ ao ‘colchão de palha enrolado’; ele é molhado com óleo fervente, atirado para ser devorado pelos cães, empalado vivo em estaca, decapitado com uma espada— as autoridades me prenderiam e me submeteriam às mesmas punições. … Temeroso da transgressão aparente na vida atual, eles não roubam os pertences dos outros. Isto, bhikkhus, é a transgressão aparente nesta vida atual.